Barulho x sossego: entenda seus direitos!

Barulho x sossego! Certamente essa é uma das ocorrências que mais desperta conflitos na vida em condomínio! O que muitos não sabem é que o barulho em excesso é considerado uma contravenção penal!

Por acaso você já ouviu falar sobre a lei do Psiu? Pois bem, diferente do que muitos acreditam, o sossego alheio deve ser impreterivelmente respeitado a todo e qualquer horário, podendo ser avaliada sua procedência tanto de dia como também de noite; em dias da semana ou nos finais de semana.

Isso porque o que importa na realidade é o limite de decibéis provocados por alguns ruídos e não somente o horário!

A Lei do Psiu nada mais é do que um Programa de Silencio Urbano, criado pela Prefeitura de São Paulo, que tem como ação ajudar a combater a poluição sonora, fazendo a fiscalização em estabelecimentos comerciais!

Mas, e quando o assunto se refere aos condomínios? Qual será a linha tênue que permite de fato um bom convívio?

Pisar fora dessa curva pode ser muito mais comum do que se possa imaginar, e talvez você esteja abalando o sossego de outra pessoa e ainda nem tenha se dado conta; e talvez, somente venha a descobrir quando for advertido pela administração do seu condomínio!

Para evitar esse tipo de embate, é importante adquirir alguns hábitos e também ficar de olho em alguns pontos extremamente importantes! Quer saber quais são eles? Então continue lendo o conteúdo desse artigo e fique por dentro!

Barulho x sossego os dois lados da moeda e o que compete a cada pessoa?

Barulho x sossego os dois lados da moeda e o que compete a cada pessoa?

Barulho x sossego

os dois lados da moeda e o que compete a cada pessoa?

De fato, o barulho pode ser um dos maiores embates na vida em condomínio; e esse tipo de ocorrência pode ser a que mais toma o tempo de um sindico!

Por um lado há uma pessoa que acredita piamente não estar causando qualquer incomodo, enquanto do outro uma pessoa que simplesmente não consegue ter sossego em sua própria casa por conta da incidência de ruídos provocados por seu vizinho!

O ponto é entender onde de fato acaba o direito de se ouvir uma música mais alta e arrumar a casa (tendo que arrastar os móveis), por exemplo?    E ainda; onde começa o direito do próximo de poder ficar tranquilamente em sua residência relaxando após horas de trabalho e transito?

Na verdade não há muito como precisar isso de fato! Isso porque os critérios que permitam um eventual desempate é, em grande parte dos casos, o bom e velho bom senso!

Barulho x sossego Entendendo os horários e regras provenientes ao barulho e um condomínio!

Barulho x sossego Entendendo os horários e regras provenientes ao barulho e um condomínio!

Entendendo os horários e regras provenientes ao barulho e um condomínio!

Em via de regra, a permissão dos horários para se fazer barulho em um apartamento, por exemplo, deve estar citado na Convenção e também no Regulamento do Condomínio.

É justamente em tais documentos que podem se identificar essas regras; neles também pode se esclarecer se realmente é permitido fazer barulhos relacionados à pequenas obras, indicando os dias e horários que são aceitos.

Em geral, grande parte dos condomínios usam como regra o horário entre 8 horas e 22 horas da noite. – mas, isso pode variar de cada local, não havendo qualquer obrigatoriedade para que todos sigam somente um caminho!

Um exemplo disso são condomínios que possuem um perfil de moradores mais joviais, que acabam permitindo horários mais estendidos para o uso do salão de festas e das demais áreas comuns.

Em qualquer caso, é de suma importância que o morador do condomínio procure entender que, dependendo do local que ele reside há determinadas ponderações que precisam ser levadas em conta, como a faixa etária dos moradores e o perfil dos mesmos.

Nesses casos a expectativa relacionada ao barulho pode variar muito!

Uma forma de entender isso pode ser imaginando que seu condomínio seja formado apenas por Studios, por exemplo. Se ele for localizado em um bairro onde haja uma forte concentração de casas noturnas, restaurantes e outros isso não o coloca em uma condição onde se pode abusar do barulho!

Tal empreendimento deverá ter o mesmo tipo de silencio que qualquer outro que seja composto por famílias e que fique localizado ao lado de um hospital, por exemplo? – pode ser que não! Por isso é tão importante avaliar todos esses pontos antes de escolher o local que se deseja morar para evitar transtornos futuros!

O caminho mais assertivo diante de situações incomodas é procurar estabelecer um bom dialogo e tentar fazer chegar em um acordo! A regra da boa vizinhança deve ser sempre a primeira medida.

Portanto, quando o assunto é Barulho x sossegoo caminho é tentar inicialmente uma boa conversa, e em casos mais extremos, solicitar a orientação da administração para tomar as medidas cabíveis!